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Secretário apresenta propostas para o setor de saúde na Bahia

Publicado em: 12/03/2015 00:00
Editoria: Diário Oficial

Fábio Vilas-Boas falou sobre o Programa de Estruturação de Consórcios Interfederativos
Foto: Neuza Menezes/Agência-Alba
Em reunião sugerida pela Comissão de Saúde e Saneamento Básico da Assembleia Legislativa da Bahia, presidida pelo deputado Alan Sanches (PSD), na manhã desta quarta-feira (11), o secretário estadual de Saúde, Fábio Vilas-Boas, não apenas apresentou aos parlamentares o Programa de Estruturação de Consórcios Interfederativos de Saúde (Procis), que viabilizará a construção de policlínicas, como afirmou que sua implementação está próxima de acontecer. Conforme ele, até 2016 a expectativa é que sejam implementados pelo menos 10 consórcios e 10 policlínicas.

Em explanação sobre o planejamento da Sesab para 2015, Vilas-Boas, além de ouvir  demandas e sugestões dos parlamentares, prometeu avanços em diversas regiões, a exemplo de Salvador, Feira de Santana e Barreiras, bem como para municípios menores. O que, para o presidente do colegiado, deputado Alan Sanches, foi de suma importância, levando em conta a crise que aflige o setor não apenas na Bahia, mas em todo país. “Foi extremamente proveitosa a sua visita a esta Casa. Afinal, nós parlamentares pudemos conhecer mais do que o novo gestor planeja e ele também as angústias que passamos pela Bahia afora e, sem dúvida, a ideia de inovar com os consórcios e policlínicas possibilitará um atendimento muito mais eficiente, em especial no que diz respeito aos atendimentos de média e alta complexidade, hoje com a demanda tão reprimida”, frisou.

Sobre os consórcios, o secretário fez questão de explicar que consistem em uma iniciativa autônoma de municípios circunvizinhos que se associam para gerir e para prover conjuntamente serviços de saúde à população, otimizando e racionalizando o uso de recursos públicos. "Ou seja, ampliando assim os serviços especializados oferecidos aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), racionalizando e economizando recursos; atendendo a todos os pacientes levando em conta os princípios da universalidade, integralidade e acessibilidade, preservando a decisão e autonomia política dos municípios, já que a ideia é ratear os custos da saúde, sendo que o Estado e a União podem aportar até 40% e os municípios 60%", disse, reforçando que a expectativa é que estes consórcios sejam responsáveis por construir policlínicas e Unidades de Pronto-Atendimento (UPA) ou mesmo adquirir ambulâncias do Samu. Por fim, ficou assegurado uma visita ao Ceará, onde o programa já existe para um conhecimento maior. Uma data esta sendo definida pela presidência da comissão.



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