Ao mesmo tempo, temos que fazer o nosso dever de casa, aprimorando a gestão da saúde e qualificando os nossos serviços. Essa é a nossa tarefa. A ela se acrescenta a obrigação de interiorizar e ampliar a oferta das mais diversas modalidades de tratamento médico e hospitalar, articulando melhor as nossas ações de retaguarda. Nesta linha, estou abrindo um debate com os municípios, através dos prefeitos e suas representações, para criarmos alternativas de saúde regionalizadas, através de consórcios e de outras práticas cooperadas entre as diversas instâncias de poder que compõem a estrutura do SUS. Cabe ao Estado ter um papel ativo nessa nova configuração, inclusive com o aporte de recursos complementares.
Um dos maiores desafios que o Brasil deve enfrentar nos próximos anos é
a consolidação do SUS como um sistema universal de proteção à saúde
Vamos continuar perseguindo as nossas metas de ampliação da cobertura da atenção básica, da rede estadual de laboratórios, das unidades de pronto atendimento (UPAs), ampliar a cobertura do SAMU e levar para o interior do estado as ações do Saúde em Movimento. Entre os nossos objetivos estratégicos estão interiorizar e regionalizar os serviços médicos de média e alta complexidade; assegurar uma gestão baseada em metas e resultados, inclusive valorizando os servidores por seu empenho, além da integração digital de toda a rede SUS na Bahia.
Através dos recursos oriundos de empréstimos já consolidados, vamos iniciar ainda agora em 2015 o PROSUS, que é um programa voltado para o fortalecimento do SUS na Região Metropolitana de Salvador, com investimento total de R$ 285 milhões para os próximos anos.
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