Defensora da adoção de políticas públicas para o semiárido baiano, principalmente no que tange à promoção da igualdade, a deputada petista chega para a sua quarta legislatura (somando com a que assumiu em 1993, depois da suplência), carregando a experiência de sua militância em movimentos sociais eclesiásticos, ligados à Pastoral Rural pela Luta da Terra. Professora por profissão, a parlamentar, natural de Paripiranga, luta pelo fortalecimento da agricultura familiar. Desde 1988 trabalha também na defesa do grupo indígena da aldeia Kiriri. Fátima Nunes foi ainda dirigente do Dnocs. No Poder Legislativo estadual presidiu e participou de importantes comissões técnicas.
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