O aniversário de emancipação política do município de Rio de Contas foi registrado nos anais da Assembleia Legislativa pelo deputado Sandro Régis (DEM). Em moção de congratulações apresentada à Mesa Diretora da Casa, o parlamentar resgatou a história de fundação da cidade e saudou a população e as autoridades locais.
Segundo as informações apresentadas pelo parlamentar, Rio de Contas surgiu como centro de mineração de ouro e era parada obrigatória no Caminho Real. Sua configuração urbana se deu originalmente através da Provisão de 2 de outubro de 1745, que recomendava tanto a localização do sítio como a implantação das edificações, o que faz do município uma das raras “cidades novas” coloniais. Rio de Contas está situado ao sul da região da Chapada Diamantina, mesorregião centro sul baiano e na microrregião Seabra, na vertente oriental da Serra das Almas.
Localizada a 738 km de Salvador, a cidade possui uma extensa área e população estimada em 13 mil habitantes. “Por todo exposto, e por ser merecedor da admiração e dos aplausos de todos nós, nada mais justo que se proponha a presente moção de congratulações pela importante data comemorativa da sua fundação em 27 de novembro de 1745”, disse Sandro Régis.
Os 61 anos de emancipação política de Serra Preta foram registrados nos anais da Assembleia Legislativa pelo deputado Alan Sanches (PSD). Em moção de congratulações apresentada à Mesa Diretora da Casa, o parlamentar lembrou que a história do município confunde-se com a maioria das cidades circunvizinhas, todas de origens indígenas com predominância tupi-guarani, tendo sido colonizada pelo português Brás Reis da Ação em 1673, arrendada a seguir a Inácio Santana e Joaquim Santos, montando-se ai um importante engenho de cana-de-açúcar.
“Cidade pacata, hospitaleira e de clima agradável, Serra Preta tem o seu nome em face da presença de matas fechadas que existiam por toda a região e sombreavam sua sede. Limita-se com os municípios de Riachão do Jacuípe, Ipirá, Ipecaetá e Anguera”, acrescentou Sanches.
ORIGEM
No final do século XVII, os descendentes de bandeirantes arrendaram a Fazenda Queimadas, onde montou-se um engenho de cana de açúcar. Em torno dele desenvolveu-se uma povoação que de início foi chamada de Boa Vista, pelo fato de servir de pouso de tropas com destino ao sertão. Neste povoado foi edificada uma capela consagrada a Nossa Senhora do Bom Conselho.
Daí em diante o povoado passou a chamar-se de Boa Vista do Bom Conselho. No dia 20 de outubro de 1831 foi criado o Cartório de Paz, já com o povoamento denominado Serra Preta. O distrito de Serra Preta apareceu subordinado ao município de Santana do Camisão (Ipirá) até 19 de dezembro de 1953, quando este foi elevado à categoria de cidade, desmembrando-se de Ipirá.
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