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Pedetista propõe homenagem ao governador Jaques Wagner

Publicado em: 23/12/2014 00:00
Editoria: Diário Oficial

Euclides apresentou projeto para conceder a Comenda Dois de Julho ao chefe do Executivo
Foto: Arquivo/Agência-Alba
Projeto de Resolução de autoria do deputado Euclides Fernandes (PDT) propõe conceder ao governador Jaques Wagner a Comenda Dois de Julho, em reconhecimento ao seu trabalho em prol da Bahia e sua constante e inesgotável luta em defesa dos interesses dessa terra, desde a sua chegada como um simples técnico do Polo Petroquímico até alcançar o apogeu, ao conquistar o povo baiano, elegendo-se governador do Estado por dois mandatos consecutivos.

Nascido no Rio de Janeiro, em 16 de março de 1951, filho de Joseph Wagner e Cypa Perla Wagner, imigrantes judeus poloneses, o governador é casado com Maria de Fátima Carneiro de Mendonça e tem três filhos e um enteado. O pedetista lembra que Jaques Wagner iniciou a militância política em 1969, quando cursava Engenharia Civil na Pontifícia Universidade Católica (PUC-RJ).

 “Dessa forma, o Rio de Janeiro perdeu um engenheiro, mas a Bahia ganhou um grande líder político, que a partir de atividades sindicais conquistou a credibilidade de seus companheiros do Polo Petroquímico e sempre em ascendência chegou ao governo do Estado por duas vezes, sendo hoje considerado a principal liderança da política baiana”, justifica o deputado Euclides Fernandes.

Jaques Wagner também marcou sua passagem pelo movimento sindical com o início do processo de fusão entre sindicatos do mesmo ramo de atividade econômica como alternativa para fortalecer a organização dos trabalhadores. Conheceu Luiz Inácio Lula da Silva num congresso de petroleiros e, em 1980, foi um dos fundadores do PT e da Central Única dos Trabalhadores (CUT) no Estado. Foi o primeiro presidente do PT na Bahia ao mesmo tempo em que Lula foi o primeiro presidente nacional da legenda.

Em 1990, Jaques Wagner iniciou sua carreira parlamentar. Depois de uma grande trajetória política, em 2006 foi eleito governador da Bahia, em primeiro turno, pondo fim à hegemonia do grupo político capitaneado pelo DEM, à época PFL. Em 2010 foi reeleito em primeiro turno com mais de 60 por cento dos votos válidos.






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