Com a finalidade de evitar acidentes fatais aos seres humanos e animais, o deputado Alan Sanches (PSD) apresentou na Assembleia Legislativa projeto de lei que proíbe a fabricação, uso e comercialização do cerol em toda a Bahia.
Se aprovado na AL, os usuários do cerol terão o material apreendido e os infratores serão punidos, podendo ter multa de 5, 10 ou 40 salários mínimos, dependendo da gravidade do uso e se houver reincidência. Os fabricantes também deverão ser punidos em 20 salários mínimos. Os valores arrecadados devem ser revertidos para a Secretaria de Saúde do Estado.
“A mistura de cola e vidro moído utilizada nas linhas de arraias (papagaios e pipas), tem ocasionado acidentes fatais, bem como danos ao patrimônio, a destruição de fiações elétricas e por conseguinte avarias em aparelhos elétricos/eletrônicos”, justificou o deputado.
O parlamentar destacou que a composição do cerol leva vidro moído de lâmpada fluorescente, consequentemente mercúrio, elemento nocivo para o meio ambiente. Segundo Sanches, muitos acidentes geram internamentos em unidades hospitalares mantidas pelo poder público, ocupando leitos para outras casos urgentes.
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