Comemorando 181 anos de emancipação política e administrativa, nesta quinta-feira, dia 18, Feira ocupa a posição de segunda maior cidade da Bahia, com aproximadamente 620 mil habitantes. A Princesa do Sertão, como assim foi denominada por Ruy Barbosa, lidera uma macrorregião, que abrange 96 municípios.
Para homenagear a população feirense, o deputado estadual Carlos Geilson (PTN) apresentou uma moção de congratulação, na Assembleia Legislativa da Bahia. “Tenho orgulho de ser filho desta terra, de ter sido criado e de poder ter criado meus filhos aqui também. Já andei por muitas estradas, percorri muitas cidades, conheço muitas paisagens do interior de nosso Estado e de nosso país, estou todos os dias na capital, mas não abandono minha terra”, se emociona o deputado estadual Carlos Geilson ao falar de Feira de Santana, sua cidade natal.
Primeiramente chamada de Capela de Santana dos Olhos D'água, em 28 de setembro de 1732, a cidade de Feira de Santana teve outros nomes antes de chegar ao atual. Em 1819, a Capela foi elevada a Arraial de Santana da Feira. Em 1833, com a emancipação – Vila de Santana da Feira. Em 16 de junho de 1873, o governo da Provincial enviou um ofício à Câmara Municipal comunicando a mudança do nome da cidade para Comercial Cidade de Santana da Feira. E, finalmente por decreto lei estadual no 11.089 de 30 de novembro de 1938, oficializou o nome da cidade com a denominação de Feira de Santana.
Atualmente, Feira de Santana é um dos polos de maior desenvolvimento regional do Brasil em educação, possuindo 24 instituições de ensino superior, entre presencial e a distância. O fluxo corrente e concentrado de população, mercadorias e dinheiro, se dá pela localização da cidade. Feira é um dos maiores entroncamentos rodoviários do interior do país e o maior do Norte e Nordeste, cortado por três rodovias federais: BR-101, BR-116 e BR- 324, e quatro rodovias estaduais: BA-052, BA-502, BA-503 e BA-504, num entreposto que liga o Nordeste ao Centro-Sul do Brasil, na fronteira da capital Salvador com o sertão, do recôncavo aos tabuleiros do semi-árido da Bahia.
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