Aulas de artes marciais como jiu-jitsu, judô, karatê, capoeira e boxe nas escolas públicas da Bahia. Isso é o que sugeriu o deputado Deraldo Damasceno (PSL) em indicação encaminhada ao governador Jaques Wagner. Para ele, as artes marciais vão transmitir aos estudantes virtudes como respeito ao próximo e aos mais velhos, disciplina, superação, concentração e trabalho em equipe.
“A prática esportiva como instrumento educacional visa o desenvolvimento integral as crianças, jovens e adolescentes, capacita o sujeito a lidar com suas necessidades, desejos e expectativas, bem como com as necessidades, expectativas e desejos dos outros, de forma que possa desenvolver as competências técnicas, sociais e comunicativas, essenciais para o seu processo de desenvolvimento individual e social”, argumenta Deraldo no documento.
Para ele, o esporte, como instrumento pedagógico, precisa se integrar às finalidades gerais da educação, de desenvolvimento das individualidades, de formação para a cidadania e de orientação para a prática social. “O campo pedagógico do esporte é um campo aberto para a exploração de novos sentidos/significados, ou seja, permite que sejam explorados pela ação dos educandos envolvidos nas diferentes situações”, acredita ele.
O parlamentar acrescentou que, além de ampliar o campo experimental do indivíduo, a atividade esportiva cria obrigações, estimula a personalidade intelectual e física e oferece chances reais de integração social. “A prática esportiva escolar é, inegavelmente, um dos fatores de desenvolvimento esportivo de um país. É naquele ambiente que o esporte pode exercer sua função de inclusão social, mantendo as crianças ocupadas e longe das ruas”, concluiu ele.
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