O deputado Tom Araújo (DEM) homenageou quatro municípios baianos pela passagem dos seus aniversários de emancipação política e administrativa. Através de moção de congratulações apresentada na Assembleia Legislativa, o parlamentar ressaltou a importância de cada cidade, suas características marcantes e história. Santaluz e Lamarão, ambas situadas no Nordeste Baiano; Ipecaetá, no Centro Norte Baiano e Mascote, localizada no Sul Baiano, foram as cidades parabenizadas. “Desejamos, neste momento, que as cidades continuem crescendo e se desenvolvendo a fim de continuar dando orgulho aos seus povos. E que seus munícipes continuem honrando sua terra, contribuindo ainda mais para o seu progresso, bem como o progresso da Bahia e do Brasil”, declarou Tom.
SANTALUZ
Conforme dados históricos relatados pelo deputado, a sede municipal de Santaluz se originou, no século passado, a partir de uma estação ferroviária da Leste Brasileiro, obra implantada dentro da Fazenda Santa Luzia, no município de Queimadas. O município foi criado com a denominação de Santa Luzia e o território foi desmembrado do município de Queimadas por Decreto Estadual de 18 de Julho de 1935. Em 1943, o topônimo foi alterado para Santaluz. A cidade localizada a 258 km da capital, com mais de 36 mil habitantes, tem a economia baseada na agricultura, com destaque para a produção de sisal, milho, feijão, mandioca, goiaba e hortaliças. Na pecuária, os rebanhos bovinos de leite e corte, ovinos, caprinos, asininos, muares, galinhas caipira de postura e frango são os mais expressivos.
LAMARÃO
Localizado na região do semiárido baiano, Lamarão tem uma população estimada em mais de 9 mil habitantes. O deputado explica que a origem do topônimo Lamarão foi devido a existência de uma lagoa temporária que se transformava num lamaçal nos períodos de estiagem no local mais baixo da cidade. De acordo com sua história, a cidade inicialmente foi habitada pelos índios Biritingas, sendo a primeira referência da presença de brancos na região o estabelecimento dos irmãos Antônio e José Celestino de Oliveira, que construíram moradias no ponto que mais tarde seria um povoado de tropeiros e viajantes. O povoado foi elevado à categoria de distrito em 1922. Já o município foi criado de um território desmembrado de Serrinha, por lei estadual de 20 de julho de 1962. Na economia, destaca-se a agricultura de subsistência e criação de gado bovino.
IPACAETÁ
Segundo Tom, a história de Ipecaetá começou com os povos gentios Caytytés e Payayás que habitavam a região do Vale do Paraguaçu até a Serra do Sincorá. Por volta de 1655, João Peixoto Viegas recebeu de Portugal uma concessão de terras e por lá construiu a capela de São José das Itapororocas, hoje distrito de Maria Quitéria, município de Feira de Santana. No ano de 1962, Ipecaetá conquistou a sua emancipação. Atualmente, a cidade possui mais de 15 mil habitantes e a sua economia gira em torno da produção agrícola como feijão, milho, fumo e mandioca. A pecuária é bastante desenvolvida, destacando-se pela produção de carne de sol ou carne salgada. Nos últimos anos, houve um crescimento considerável do município, estimulando o comércio local, gerando emprego e renda, e incrementando a economia da região.
MASCOTE
Tom destaca que a economia de Mascote gira em torno da agricultura, com produção expressiva de cacau e banana. Na pecuária, são os rebanhos de muares, suínos e bovinos que se sobressaem. Também a produção pesqueira obtida no rio Pardo movimenta a economia, atendendo ao consumo local e aos municípios da região. Atualmente com uma população superior a 14 mil habitantes, o município teve a sua origem a partir de um aglomerado urbano nascido às margens do rio Pardo. Os primeiros habitantes do município de Canavieiras, ao qual Mascote pertenceu por longo tempo, eram descendentes de portugueses que lá se estabeleceram nas primeiras décadas do ano de 1700. Em decorrência de existência de terras férteis às margens do rio Pardo, aqueles aventureiros iniciaram a exploração da cana-de-açúcar e do cacau, atividades agrícolas de maior evidência na época. Em 8 de agosto de 1936, Mascote foi elevado à categoria de distrito. Mas foi através da Lei Estadual de 19 de julho de 1962 que o município foi criado com território desmembrado de Canavieiras.
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