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Deputada luta em defesa da saúde

Publicado em: 06/06/2014 00:00
Editoria: Diário Oficial

A peemedebista Graça Pimenta quer instituir o Dia Estadual de Conscientização da Fibromialgia
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O Dia Estadual de Conscientização da Fibromialgia será celebrado em 14 de maio, data em que devem ocorrer debates, eventos para troca de experiências e informações e também para apresentação de novos estudos e pesquisas sobre o assunto. Isso se for aprovado e sancionado o projeto de lei da deputada Graça Pimenta (PMDB), que institui a data. No documento, ela discorre sobre o mal, “que é uma condição marcada por dor crônica disseminada, com sintomas múltiplos, que se estima ocorrer em 8% na população geral, com maior incidência em mulheres”.
Os pacientes fibromiálgicos têm distúrbios do sono, disfunção cognitiva, síndrome da fadiga crônica, síndrome do cólon irritável ou bexiga irritável, cistite intersticial, disfunção da articulação temporomandibular e cefaleia. “Pessoas que sofrem de fibromialgia apresentam, frequentemente, quadros de ansiedade e de depressão, decorrentes da dor crônica intensa. Tais dores limitam fortemente as atividades cotidianas, comprometendo as relações familiares, sociais, trabalhistas e econômicas”, explicou Pimenta no documento.
A fibromialgia é doença reumática “grave e silenciosa” que acomete milhões de pessoas em todo o Brasil. “Infelizmente, o componente psicológico associado com a dor levou alguns médicos a questionar se os sintomas são reais ou não”, diz a deputada. Devido a isso, acrescentou ela, geralmente os pacientes perambulam de consultório em consultório na busca de um diagnóstico, passando por reumatologistas, psiquiatras, fisioterapeutas, acupunturistas, entre outros.
“O desenvolvimento de tratamento específico para a doença tem sido retardado pela falta de entendimento dos mecanismos fundamentais causadores da síndrome. Uma boa compreensão sobre a fibromialgia diminuirá o sofrimento de milhões de pessoas que têm sua dor desconsiderada pelo desconhecimento, bem como diminuirá o preconceito que sofrem pelo descrédito a que estão submetidas na sua vida profissional, social e familiar”, concluiu.     




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