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Semana de vigilância sanitária discute situação ambiental

Publicado em: 15/05/2014 00:00
Editoria: Diário Oficial

Jornada reuniu parlamentares e representantes dos setores governamentais, acadêmicos e da sociedade civil para debater a problemática da saúde.
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“A Bahia situa-se entre os sete maiores estados consumidores de agrotóxicos”. Esta afirmação foi feita por Bete Wagner, assessora de meio ambiente da Assembleia Legislativa, no encerramento da 2ª Semana de Vigilância Sanitária e Saúde Ambiental, no auditório do Edifício Jutahy Magalhães, na Casa Legislativa, na tarde de ontem. O evento, que começou dia 14, tinha como objetivo discutir a atuação da Vigilância Sanitária e Saúde Ambiental do Estado da Bahia, juntamente com representantes da Assembleia Legislativa, dos setores do governo e da sociedade civil.
O encontro foi promovido pela Diretoria de Vigilância Sanitária e Ambiental (Divisa) da Secretaria Estadual da Saúde (Sesab). Um dos principais pontos de discussão do encontro foi a criação dos cargos de inspetor e técnico em vigilância sanitária. Além dos petistas Zé Neto e Marcelino Galo, ainda participaram técnicos e dirigentes da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), do Ministério da Saúde e da Secretaria Estadual de Saúde, representantes das Secretarias Municipais de Saúde, técnicos da Vigilância Sanitária estadual e municipal, Ministério Público, Procon, Federação das Indústrias do Estado da Bahia (Fieb), Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Associações de Classe, Universidades, Associação dos Hospitais e Serviços de Saúde do Estado da Bahia, Instituto de Saúde Coletiva (Ufba) e demais órgãos vinculados a esse tema.
A programação do evento contou com audiência pública sobre a importância da criação da carreira de fiscal e técnico sanitário, exposição de mídias visuais (pôsteres, filmes e entrevistas) sobre as áreas de atuação da Visa e mesas redondas com os temas: “Vigilância da Pós-Comercialização”,  “O Risco Sanitário em Serviços de Saúde na Bahia” e “Vigilância da Saúde de Populações Expostas aos Agrotóxicos”.
A política de resíduos sólidos tem como objetivo promover a integração da organização, do planejamento e da execução das funções públicas de interesse comum relacionadas à gestão dos resíduos sólidos nas regiões metropolitanas, aglomerações urbanas e microrregiões da Bahia.
"Como presidente da Comissão de Saúde e Saneamento desta Casa eu apoio todo o movimento, que objetiva também a organização de carreira. A Vigilância Sanitária desempenha um papel importantíssimo porque eles buscam de forma preventiva e eficaz trabalhar de forma direcionada pela saúde da população", enfatizou Arimatéia, chamando atenção ainda dos gestores municipais, pois, por falta da prestação de contas, o Ministério da Saúde suspendeu verba sanitária em 75 municípios baianos.
A vigilância sanitária, integrante do SUS, tem como finalidade maior proteger e promover a saúde da população por meio dos controles dos riscos sanitários. A vigilância, além de ser ação de saúde, atua como prestação de serviço público aos segmentos produtivos sob vigilância, ao controlar riscos oriundos da produção, circulação e consumo de bens e serviços da saúde nas áreas de alimentos, medicamentos, cosméticos, produtos para a saúde, produtos derivados do tabaco, ambientes de trabalho.



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