Moção de aplausos pela passagem do dia da Padroeira Santa Bárbara, comemorado em 4 de dezembro, foi apresentada pelo deputado petista Bira Coroa que “com grande alacridade” felicitou a população contando a vida desta santa “nascida na cidade de Nicomédia, atual Turquia, nos fins do século III da Era Cristã”, filha única do rico e nobre Dióscoro que decidiu fechá-la numa torre. Um dia, permitiu que ela fosse conhecer a cidade, quando contato com cristãos, que lhe contaram sobre os ideais de Jesus sobre o mistério da união da Santíssima Trindade. Pouco tempo depois, um padre vindo de Alexandria lhe deu o batismo.
Recusando-se a seguir a fé dos deuses do Olimpo, ela foi denunciada pelo próprio pai ao prefeito Martiniano que a mandou torturar numa tentativa de fazê-la mudar de ideias, fato que não aconteceu. Assim foi condenada à morte por degolação. Bárbara teve os seios cortados, depois foi conduzida para fora da cidade onde o seu próprio pai a executou, degolando-a.
Quando a cabeça de Bárbara rolou pelo chão, um imenso trovão ribombou pelos ares fazendo tremer os céus. Um relâmpago flamejou pelos ares e atravessando o céu fez cair por terra o corpo sem vida de Dióscoro. Diante desta ocorrência Santa Bárbara passou a ser conhecida como protetora contra os relâmpagos e tempestades e é considerada a Padroeira dos artilheiros, dos mineiros e de todos quantos trabalham com fogo.
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