O deputado Augusto Castro (PSDB) apresentou moção de congratulação ao município de Itajuípe pela passagem dos 61 anos de emancipação. Itajuípe tem em seu histórico a garra e determinação de crescer. Foi um dos primeiros a buscar a independência de Ilhéus, pois era o centro monetário da região cacaueira, representada pelo cobiçado território da velha Capitania de São Jorge dos Ilhéus. A luta para desmembrar-se não foi fácil e levou muito tempo.
Até se tornar município, Itajuípe viveu várias etapas e era conhecido como Pirangi – primeiro como povoado e depois como distrito de Ilhéus. Foi só em de junho de 1944 que passou a se chamar Itajuípe. Em 21 de agosto de 1952, o projeto de lei emancipando Itajuípe foi aprovado na Assembleia Legislativa e, em 7 de setembro do mesmo ano, o governador Régis Pacheco sancionou a Lei 507/52. Entretanto, a data escolhida para ser estabelecida no Diploma Legal foi 12 de dezembro de 1952.
Quando ganhou emancipação, Itajuípe subdividia-se em 3 distritos: Itajuípe, Barro Preto e Bandeira do Almada (ex-União Queimada). Por força de lei estadual em 14 de abril de 1962, perdeu o distrito de Barro Preto. Posteriormente ficou formado pelos distritos de Itajuípe (sede) e Bandeira do Almada.
Administrado pela segunda vez por Gilka Badaró, o município de Itajuípe prossegue com as mesmas características de enfrentar desafios na busca do desenvolvimento que assegure uma economia sólida para a sua população.
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