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Deputado louva padroeira do município de Itagibá

Publicado em: 21/10/2013 00:00
Editoria: Diário Oficial

Peemedebista apresentou moção no Legislativo
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O deputado Leur Lomanto (PMDB) encaminhou à Mesa Diretora da Casa uma moção de congratulações ao município de Itagibá pelas comemorações ao dia da Padroeira Santa Maria Goretti. O dia 16 de outubro é o dia da padroeira da cidade de Itagibá, Nossa Senhora do Livramento. Os itagibenses celebram com missas, louvores, procissão e muita festa a padroeira da cidade, localizada na região Sul do Estado da Bahia.
Seu nome de batismo era Maria Resa Goretti, nasceu em 16 de Outubro de 1890, em Corinaldo, Província de Ancona, Itália, filha de Luigi Goretti e Assunta Carlini. De acordo com a história, Maria era a terceira de seis filhos. Suas irmãs chamavam-se Teresa e Ersília; seus irmãos eram Angelo, Sandrino e Mariano. Quando tinha seis anos, seus  familiares tornaram-se tão pobres que foram forçados a deixar sua fazenda e trabalhar para outros fazendeiros. O pai de Maria, Luigi, contraiu malária e morreu quando ela tinha apenas nove anos. Enquanto seus irmãos, mãe e irmãs mais velhas trabalhavam nos campos, Maria cozinhava, limpava a casa e cuidava de sua irmã menor. Era uma vida difícil, mas a família estava sempre próxima, compartilhando um profundo amor por Deus e sua fé. Após algum tempo, em 1899, se mudaram para Le Ferriere, próximo a atual Latina e Netuno, em Lazio, onde viviam em prédio conhecido como “La Cascina Antica”, compartilhada com a família Serenelli, incluindo seu filho Alessandro.
Em 5 de Julho de 1902, Alessandro Serenelli, um jovem de 20 anos, encontrou a menina de 11 anos costurando, sozinha em casa. Ele entrou e a ameaçou de morte se ela não fizesse o que ele mandava. A intenção do rapaz era estuprá-la, mas ela não se submeteu, ajoelhou-se, protestando que seria um pecado mortal e avisando Alessandro que poderia ir para o Inferno. Ela desesperadamente lutou para evitar o estupro, gritava “Não! É um pecado! Deus não gosta disto!”. Alessandro primeiro tentou controlá-la, mas como ela insistia que preferia morrer, ele a apunhalou 11 vezes. Ferida, Maria tentou alcançar a porta, mas ele a agarrou e deu mais três punhaladas, antes de fugir.
A irmã menor de Maria acordou com o barulho e começou a chorar. Quando o pai de Alessandro e a sua mãe chegaram, encontraram Maria sangrando. Levaram-na para o hospital em Netuno. Ela foi operada, sem anestesia, mas os ferimentos estavam além da capacidade dos médicos. Durante a cirurgia, Maria recobrou os sentidos e insistiu que preferia ficar acordada. O farmacêutico do hospital respondeu: “Maria, quando estiveres no céu, pense em mim”. Ela olhou para o homem e disse: "Mas quem sabe qual de nós chegará primeiro ao céu?". Ele respondeu: “Você, Maria”. "Então ficarei feliz em pensar em você”.
No dia seguinte, ela perdoou seu agressor e afirmou que gostaria de encontrá-lo no Céu. Morreu vinte horas após o ataque enquanto olhava uma bela pintura da Virgem Maria. Inspirada em suas mestras Santa Cecília e Santa Inês, aceitou o martírio piedosamente. Em Itagibá os louvores a Santa Maria Goretti retratam a grandeza da fé do povo. 



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