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Colegiado vai visitar aterro sanitário em Feira de Santana

Publicado em: 17/10/2013 00:00
Editoria: Diário Oficial

Proposta foi aprovada na reunião de ontem da Comissão de Meio Ambiente do Legislativo
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Foi aprovada pela Comissão de Meio Ambiente, Seca e Recursos Hídricos da Assembleia Legislativa uma visita ao aterro sanitário de Feira de Santana. E, também, a participação dos parlamentares membros do colegiado na sessão especial que ocorrerá, no dia 31 de outubro, às 09h30, na Câmara Municipal de Feira de Santana, proposta pelo vereador José Carneiro Rocha (PSL), para discutir a situação atual do aterro sanitário da cidade.
Segundo o deputado e presidente da comissão, Leur Lomanto Júnior (PMDB), a ida do colegiado ao aterro é necessária para que seja averiguada in loco como a empresa responsável pela operação está exercendo a sua atividade e a pertinência das denúncias de crimes ambientais. Juntamente com a visita, os deputados Joseildo Ramos (PT) e Marcelino Galo (PT) sugeriram uma reunião com o vereador proponente da sessão especial e o representante do Ministério Público, a fim de que seja passada à comissão todas as informações acerca do caso, previamente à sessão especial.
Leur aproveitou a oportunidade para comunicar aos colegas a audiência pública que será realizada, hoje, na Câmara Municipal de Jequié, e debaterá a situação do Rio das Contas, no qual há diversas denúncias de crimes ambientais. "É um dos principais rios do nosso estado e é necessário, urgente, um grande projeto de revitalização do Rio das Contas", afirmou. Também uma audiência pública foi a sugestão do deputado Marcelino Galo (PT), a ser realizada na cidade de Belmonte, com a presença da comissão, prefeitura, câmara municipal e entidade de pescadores. A intenção é avaliar os impactos ambientais e, consequentemente, econômicos, acometidos à região com a construção da barragem sobre o Rio Jequitinhonha, pelo Grupo Neoenergia. De acordo com o parlamentar, o barramento reduziu a força do rio e aumentou a do mar, que avançou trazendo detritos e areia, bloqueando a saída para o rio e, assim, impossibilitando a ida dos pescadores ao mar para exercer a sua atividade de sustento. "Solicitaremos oficialmente os estudos de impactos ambientais para saber se estava previsto isto que está acontecendo, hoje, na boca da barra. E, a partir daí, estudar outras ações no sentido de mitigar a situação e compensar esse segmento tão importante para o município", disse Galo.



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