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Situação dos produtores rurais será debatida em audiência

Publicado em: 02/10/2013 00:00
Editoria: Diário Oficial

A decisão foi tomada ontem na sessão do Colegiado de Agricultura e Política Rural
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A audiência pública tão esperada pelos produtores de algodão, soja e milho da região oeste do Estado, que vem acumulando grandes prejuízos por causa da praga Helicoverpa armígera nas lavouras desses produtos, foi finalmente confirmada para o próximo dia 8, no auditório do Edifício Senador Jutahy Magalhães. A decisão foi tomada ontem, durante sessão ordinária da Comissão de Agricultura e Política Rural da Assembleia Legislativa, presidida pelo deputado Luiz Augusto (PP).
O objetivo do evento é trazer não somente um grande número de produtores que compõem os respectivos segmentos rurais, mas também o secretário de Agricultura Eduardo Sales e outras autoridades oficiais. A luta para acabar com a praga é para liberação, pelos ministérios de Meio Ambiente e Agricultura, do produto benzoato de emamectina, considerado altamente venenoso, mas único capaz de amenizar os prejuízos com o alastramento da praga.
O presidente Luiz Augusto continua admitindo que somente a interferência do governador Jaques Wagner junto à presidente Dilma Rousseff, para que a mesma edite uma medida provisória, definiria de vez a liberação desse produto, pois a praga vem se alastrando não somente na Bahia, mas também em todo o país.
O presidente e seu colega Carlos Brasileiro ficarão encarregados de convidar as autoridades oficiais, enquanto o vice-presidente Herbert Barbosa (DEM) assumiu a obrigação de trazer representantes de todos os segmentos dos produtores de milho, soja e principalmente de algodão para esta audiência pública tão reivindicada por todos. Os produtores de café também serão convidados, pois existem informações de que a praga já ameaça esta produção na Bahia e os mesmos também desejam a liberação do defensivo agrícola.
"A liberação do defensivo pelo governo federal é a única maneira de conter os prejuízos de bilhões de reais que a praga vem causando. O governo do Estado também está perdendo muitos milhões com o ICMS que deixa de recolher. Nesta audiência, vamos tomar uma decisão e encaminhá-la para o governador Jaques Wagner, pois continuo insistindo que uma medida provisória resolveria de imediato esta situação de calamidade, pois se não houver providências urgentíssimas o país deixará de liderar a produção mundial desses produtos, em especial o algodão", afirmou o presidente do colegiado, deputado Luiz



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