O município baiano de Santo Estêvão foi parabenizado, na Assembleia Legislativa, pelo deputado Pastor Sargento Isidório (PSB) em virtude da passagem dos 92 anos de emancipação político-administrativa, comemorados no dia 21 de setembro. O socialista apresentou moção de congratulações para homenagear os mais de 48 mil habitantes que compõem a população da cidade, localizada às margens da BR-116, na microrregião de Feira de Santana.
Isidório destaca o comércio e a atividade rural agropecuária, com a maior produção de fumo da Bahia e, também, a indústria, como as principais forças motrizes da economia local. O parlamentar ainda rememora que a feira livre, no século passado, era realizada aos domingos, ao lado da Igreja Matriz, onde também se encontrava o antigo cemitério, até quando foi construída a Praça Sete de Setembro, juntamente com a construção do Mercado Municipal em 1924. Só a partir de 1935 a feira livre principal passou a ser realizada aos sábados, permanecendo até hoje. O dia de sábado, portanto, continua sendo o maior dia de expressão comercial do município, o dia de negócios, entretenimento e relacionamento social.
De acordo com o deputado, existe uma lenda local que conta que a cidade teria surgido através das incursões de um padre que estava à procura de água para os seus animais. Ele teria andado por dias, até chegar em um local que continha água, conhecido como Riacho Salgado, devido a sua água ser salobra. Isto teria ocorrido por volta de 1739. No ano de 1751, foi criada a freguesia de Santo Estêvão. Em 1827, tornou-se Distrito da Paz. Nessa época, Santo Estêvão fazia parte de Cachoeira. Em 12 de julho de 1921, ocorreu a emancipação política de Santo Estêvão, desmembrando o novo município do território pertencente a Cachoeira. Em 21 de setembro do mesmo ano, ocorreu a efetivação do novo município, sendo esta data feriado municipal.
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