Os 51 anos de emancipação política e administrativa da cidade de Amélia Rodrigues, transcorridos no dia 20 de outubro, foram registrados nos anais da Assembleia Legislativa pelo deputado estadual Pedro Tavares (PMDB), em moção de congratulações apresentada à Mesa Diretora da Casa. "É com muita alegria que parabenizo o município de Amélia Rodrigues neste dia", disse o parlamentar.
De acordo com o peemedebista, a cidade está localizada na região metropolitana de Feira de Santana, distante cerca de 80 quilômetros da capital Salvador, com uma população de 25.190 habitantes, fazendo limite com os municípios de Feira de Santana, Coração de Maria, Conceição do Jacuípe, Terra Nova e Santo Amaro. No documento, Pedro Tavares conta que o território de Amélia Rodrigues pertencia à sesmaria dos irmãos Luiz Vaz e Manoel Nunes Paiva, que foi doada em 1609 pelo governador do Brasil, dom Diogo de Menezes.
Transferida por testamento ao Mosteiro de São Bento de Salvador, em 1622, nela, os beneditinos construíram o engenho São Bento de Inhatá, primeiro ponto povoado da região. Já em 1702, no local da sede municipal, mais tarde denominado Marucá, edificou-se a capela de Nossa Senhora da Lapa, formando o povoado Lapa, o qual desenvolveu-se em função da cultura da cana-de-açúcar. O arraial passou a sede de distrito em 1936, integrando o município de Santo Amaro. Em 1944, teve seu nome mudado para Traripe e, em 1961, para Amélia Rodrigues, em homenagem à educadora e poetisa ali nascida.
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