Os guardas municipais foram lembrados na Assembleia Legislativa durante a comemoração de mais um dia nacional, que ocorreu na última quarta-feira. "Um dos papéis dos guardas municipais é zelar pela segurança pública. Ajudar para que os serviços públicos e a paz social estejam, de fato, acessíveis a todos. Também é dever dos guardas municipais estar perto de cada morador, portando-se de maneira preventiva desempenhando um trabalho comunitário, agindo também sobre o trânsito e em sintonia com os demais órgãos das esferas estadual e federal", disse o deputado Capitão Tadeu Fernandes (PSB), na moção que foi entregue na Casa Legislativa.
No documento apresentado, o parlamentar apresentou a origem da função. "Logo após a abdicação de D. Pedro I ao trono do Império do Brasil, a Regência Provisória criou as Esquadras das Guardas Municipais nos distritos de paz, em 14 de abril de 1831. No mesmo ano, em 18 de agosto, foi criada a Guarda Nacional, extinguindo as Esquadras das Guardas Municipais e Divisão Militar da Guarda Real de Polícia. Entretanto, por iniciativa do ministro da Justiça, Diogo Antônio Feijó, conhecido com Regente Feijó, em 10 de outubro de 1831, foi editado decreto que autorizava as Províncias Brasileiras a criar suas Guardas Municipais", destacou o deputado.
Na Bahia, há 147 cidades que contam com Guardas Municipais constituídas. O deputado Tadeu Fernandes apresentou, na Subcomissão de Segurança Pública e Defesa Civil da AL, um trabalho propositivo voltado aos 1.328 agentes da Guarda Municipal de Salvador, que pode se estender a todos os profissionais baianos. Na proposta, o deputado elenca uma nova estrutura para a Guarda Municipal e suas especializações. "O objetivo é ampliar e criar estruturas especializadas, para tornar a Guarda Municipal mais operativa, preparada, ágil e adequada."
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