Santo Estêvão completou 91 anos de emancipação política com forte produção agrícola baseada no cultivo de feijão, milho, fumo, mandioca, laranja e castanha de caju. "Apesar de não se possuir informações oficiais, sabe-se que a olericultura (cultura de legumes) tem se expandido nos últimos anos" e "o comércio vem crescendo e se expandindo por diversas ruas de nossa cidade", diz o deputado Euclides Fernandes, do PDT, em moção de congratulações onde destaca "levantamento efetuado em 1996, pela Prefeitura Municipal, que constatou a existência de 459 estabelecimentos comerciais, sendo 458 varejistas e apenas um atacadista. Estes estabelecimentos são vinculados às áreas de vendas de alimentos, confecções, medicamentos, produtos de uso doméstico e bebidas. Apesar de sua precariedade, o comércio constitui-se um importante gerador de empregos no município".
Hoje, garante Fernandes, Santo Estêvão "tem tido muitos investimentos e tudo isso deve-se ao empenho e garra do atual prefeito Rogério dos Santos Costa, que foi vereador por quatro vezes consecutivas e atualmente ocupa o cargo de prefeito, eleito pelo Democratas, migrando depois para o Partido dos Trabalhadores".
O município tem origem no século XVIII, quando "chega ao Brasil navio com imigrantes portugueses, entre eles, o padre José da Costa Almeida, vindo fixar-se em terras de Cachoeira do Paraguaçu, às margens do Rio Cavaco, com aproximadamente três léguas de terra, uma sesmaria na região hoje conhecida por Santo Estêvão Velho". Em 1754, a localidade foi elevada à categoria de freguesia de Santo Estêvão de Jacuípe.
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