A maior fonte de renda é o cultivo de abacate e limão, mas a pecuária também se destaca pela criação de rebanhos de bovinos, suínos e equinos. Outro ponto forte é a produção de artes em cerâmica e tecelagem. Este é Aramari, município da microrregião de Alagoinhas, que no próximo dia 6 de setembro completará 51 anos de emancipação política e administrativa.
A data foi lembrada na Assembleia Legislativa pela deputada Maria Luiza Laudano (PSD). Em moção de congratulações apresentada na Casa, ela contou que a origem do povoamento da região é bem mais antiga, ainda no final do século XVII, quando surgiram as primeiras propriedades agropecuárias. "Uma delas foi denominada Olhos d’Água, que, por volta de 1850, já tinha virado uma arraial", afirmou ela, acrescentando que na época foi construída uma capela dedicada a Nossa Senhora da Conceição.
"Dado ao elevado número de fiéis e à eficiente assistência religiosa a eles prestada por ministro da Igreja Católica, foi criada, em 1879, a freguesia de Nossa Senhora da Conceição dos Olhos d’Água", dando à localidade a condição de sede de distrito da paz, pertencente ao município de Alagoinhas", contou Maria Luiza Laudano no documento. "Àquela altura, estava construída a estrada de ferro ligando Salvador a Juazeiro. Coube ao lugar de nome Aramari, a oito quilômetros de Olhos d’Água, um ponto de parada de trem. Formou-se nesse momento um povoado que lhe conservou o nome."
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