"Valente sempre se destacou pelas suas manifestações culturais, desde os tempos do saudoso Tio Moura, músico que se tornou figura folclórica e que se confunde com a história da cultura do município. Muitas dessas manifestações ainda resistem – a exemplo do que acontece em muitas cidades da região – através da persistência de moradores que se dedicam para manter a cultura, e, em alguns aspectos, resgatá-la. Valente conta com diversas figuras e grupos que se destacam nas várias áreas culturais", afirma a deputada Fátima Nunes (PT), que apresentou moção de congratulações, na Assembleia Legislativa, pela emancipação político-administrativa do município.
Valente, que completou 54 anos no dia 12 de agosto, no começo do século XX era uma imensa fazenda de gado. A origem do nome da localidade se deu por causa de um boi que se desgarrou do rebanho e morreu afogado ao cair dentro de uma cacimba, que passou a ser chamada de Caldeirão do Boi Valente. Em 12 de agosto de 1958, quando o povoado virou cidade, abreviaram para Valente.
O município está localizado no Território do Sisal. Limita-se com Retirolândia, Conceição do Coité, São Domingos e Santaluz e tem uma população estimada em 25 mil habitantes. "Diante de todos estes aspectos que tornam o município de Valente um local agradável para se viver e visitar, aproveito o momento para aplaudir calorosamente os valentenses e desejar progresso e desenvolvimento social, econômico, cultural e político", concluiu a petista.
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