A passagem dos 50 anos de emancipação política e administrativa do município de Itamaraju, comemorados no dia 5 de outubro, foi registrada nos anais da Assembleia Legislativa pela deputada Cláudia Oliveira (PTdoB).
Na moção, a parlamentar lembrou sobre o surgimento da cidade que nasceu do povoado denominado Dois Irmãos, em louvor aos santos padroeiros, Cosme e Damião. Lá havia uma pequena rua, tortuosa (atual 5 de outubro) e com não mais de 150 casas, inclusive barracos, na sua maioria construídos de taipa, cobertos com telhas de tabica e palha. E embora fizesse parte do município de Prado, existia uma sociedade particular que o administrava e cobrava aforamento aos seus habitantes.
Durante a Guerra do Paraguai, ali se esconderam alguns desertores, levando a localidade a receber o topônimo de Escondido. Mas foi através da colheita do café que a região teve um grande aumento da população. Também foram instalados estabelecimentos de armazéns de compra de café e outros cereais e a venda de gêneros variados, como querosene, sal, tecido, ferramentas.
A cidade só foi elevada à categoria de município com a denominação de Itamaraju pela Lei Estadual no 1.509, de 5 de outubro de 1961, desmembrado de Prado.
Atualmente, ainda com costumes típicos de municípios interioranos, Itamaraju tem sua renda direta gerada, principalmente, pelo setor agrícola, possuindo um grande rebanho bovino e sendo um dos maiores produtores de café do Estado.
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