Tendo como "um dos ícones da sua cultura o cantor Tom Zé, integrante do movimento tropicalista nos anos 60", Irará completou 169 anos de emancipação política e teve sua história contada pela deputada Graça Pimenta (PR) em moção de congratulações, na qual ressalta que "as raízes culturais iraraenses também são expressas através do artesanato em cerâmica, samba de roda, reisado, festejo junino e da bata do feijão".
Atualmente, o município tem na agricultura, "através do cultivo de mandioca e fumo", na pecuária, "através da criação de bovinos", e no comércio atacadista e varejista suas principais atividades econômicas. "As fábricas de farinha também contribuem para a movimentação econômica local", diz a deputada, que lembra, ainda, como Irará surgiu em meados do século XVI com a chegada dos jesuítas ao Brasil. "Os religiosos chegaram à região onde hoje está localizado o município de Irará e encontraram uma aldeia de índios tapuias. No local descoberto, que depois foi chamado de Água Fria, os jesuítas fixaram moradia. Naquela época, o território pertencia à sesmaria de Garcia D’Ávila."
Tempos depois e graças a "diversas transformações político-territoriais, o povoado foi elevado à categoria de cidade com o nome de Irará, "vocábulo tupi que significa nascido da lua ou do dia. O vocábulo vem de arara, termo que designa uma espécie de formiga, semelhante ao cupim, que aparece depois da trovoada e sob a luz".
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