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Euclides Fernandes saúda o padroeiro de Piraí do Norte

Publicado em: 14/06/2011 00:00
Editoria: Diário Oficial

Cidade faz 22 anos e parlamentar aplaude
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Padroeiro de Piraí do Norte, Santo Antônio de Pádua teve a sua devoção lembrada na Assembleia Legislativa pelo deputado Euclides Fernandes (PDT), que se congratulou através de moção protocolada junto à Secretaria Geral da Mesa da Assembleia Legislativa com a população, autoridades civis e eclesiásticas pelo transcurso dos tradicionais festejos que começaram no dia 1º de junho. Além das missas diárias da trezena e da realização de procissões nos dias que antecedem o dia dedicado a Santo Antônio, acontecem alvoradas festivas, batizados e comemorações que abrangem a realização de apresentações artísticas e culturais.
Festas regadas a comidas típicas e atividades que preservam as tradições juninas do município, sendo o tema central das atividades "Conhecer Jesus Cristo, Mistério de Deus e Centro da Nossa Fé". Para o pedetista, esse conjunto de comemorações, além de funcionar como aglutinador daquela comunidade, reúne pessoas de diversas regiões e culturas que passam a conhecer os talentos e a cultura regional – bem como os fiéis do santo casamenteiro, essa festa anual representa uma prova de fé, peregrinação e adoração. O parlamentar destacou o papel desempenhado pelo padre Sebastião Júnior, vigário paroquial de Piraí do Norte.

HISTÓRICO

O deputado Euclides Fernandes fez um breve resumo da vida de Santo Antônio "o santo mais popular do Brasil, o santo casamenteiro, o padroeiro dos pobres e ainda o santo invocado quando se precisa achar objetos perdidos". Ele nasceu em Lisboa em 15 de agosto de 1195, com o nome de Fernando Bulhões, numa família de posses, entrando num convento agostiniano aos 15 anos de idade. Em 1220, trocou o nome por Antônio, ingressando na ordem Franciscana – seguindo para pregar aos muçulmanos no Marrocos.
Ele deixou o Marrocos bastante doente, indo para a Itália, onde deu aulas de teologia nas universidades de Bolonha, Toulouse, Montpellier, Puy-em-Velay e Pádua, adquirindo grande renome como orador sacro na Itália e no sul da França. Euclides Fernandes acrescentou que ficaram célebres os sermões feitos por Santo Antônio em Forli, Provença, Languedoc e Paris, ganhando suas prédicas forte eco popular, pois ao mesmo tempo lhe foram atribuídos alguns milagres, o que fez crescer sua fama de santidade.
Adoentado, Antonio se recolheu ao convento de Arcella, em Pádua, onde escreveu ser-mões dedicados aos dias santificados e domingos, depois reunidos e publicados em 1895 e 1913. Ele faleceu em 13 de junho de 1231, sendo canonizado apenas 11 meses depois pelo papa Gregório IX. Seus textos doutrinários levaram o papa Pio XII a declará-lo em 1946 doutor da Igreja, mas ao longo dos séculos Santo Antônio de Pádua – ou de Lisboa – tem sido objeto de grande devoção popular.



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