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Colegiado discute atendimento nas agências bancárias da Bahia

Publicado em: 09/06/2011 00:00
Editoria: Diário Oficial

Os representantes das agências bancárias prometeram empenho para diminuir o problema das filas
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A Comissão de Defesa do Consumidor e Relações de Trabalho da Assembleia Legislativa promoveu uma audiência pública, na manhã de ontem, para discutir o atendimento nas agências bancárias do Estado, além do não cumprimento da lei estadual que fixa em 15 minutos o tempo máximo de espera nas filas. Os superintendentes regionais do Banco do Brasil, Edson Pascoal Cardoso, e do Bradesco, José Walter da Silva, estiveram presentes e debateram assuntos relativos às melhorias ao atendimento dos correntistas, bem como à melhoria do acesso da população aos produtos e serviços financeiros.
Entre as maiores queixas estão a demora nas filas, falta de distribuição de senhas, ausência de banheiros e bebedouros para clientes, falta de assentos para idosos e deficientes físicos e visuais e inexistência de funcionários ao lado dos caixas eletrônicos para auxiliar os correntistas.
"É necessário que os bancos tenham mais responsabilidade no atendimento à população em geral. A estrutura das agências precisa ser melhorada e a lei dos 15 minutos precisa ser cumprida", destacou o deputado Fabrício Falcão (PC do B), que também lamentou as falhas que ainda ocorrem no atendimento preferencial, isto é, aos idosos e portadores de necessidades especiais.
Já o pedetista João Bonfim frisou a necessidade de reforçar o sistema de segurança das agências, pois portas com detectores de metal, câmeras de monitoramento e seguranças armados não têm sido suficientes para conter a ação de bandidos em instituições financeiras.
Os gerentes Edson Cardoso e José Walter afirmaram que as agências são detentoras do Plano de Segurança da Polícia Federal, mas não descartaram a possibilidade da adoção de novas medidas. Outro ponto importante reconhecido pelos representantes do BB e do Bradesco foi o problema das filas. Ambos informaram que estão se empenhando em solucionar esta questão, com o aumento do número de funcionários, implantação de novas agências e de caixas eletrônicos.



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