Um povoado formado por portugueses, escravos e índios que seguiam os bandeirantes às margens do Rio São Francisco e buscavam as minas de ouro de Jacobina originaram Senhor do Bonfim, cidade que completou mais um aniversário de emancipação política e foi lembrada pelo deputado Sidelvan Nóbrega (PRB), que apresentou moção de congratulações, na qual assinala que o município foi o "primeiro a hastear a Bandeira do Brasil depois da proclamação da República."
Com população estimada em 74,4 mil habitantes, Senhor do Bonfim destaca-se "na grande produção de cobre, cromo, ouro, esmeralda, vanádio, magnesita, ferro, manganês, calcita, granito, ametista e níquel". A agricultura também é fértil, diz o deputado, citando como destaques as culturas de milho, feijão, mamona, mandioca, cana-de-açúcar e frutas, "enfatizando-se a agricultura familiar, cujos produtos são vendidos em feira livre, a maior da Bahia."
E tem mais. "Cresce no município a produção de suínos. O gado de corte, a pecuária leiteira, a criação de caprinos e ovinos também têm realce na economia, sendo que o comércio possui mais de mil estabelecimentos e várias indústrias". O município até abriga a Escola Agrotécnica Federal "para formação de pessoas que pretendem atuar na agroindústria". O turismo também vai bem, "é intenso, principalmente na época das festas juninas", mas seus açudes (Sohen, Quiçé e Boa Vista) também fazem de Senhor do Bonfim ponto de turismo ecológico.
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