A universalização do acesso à água na zona rural dos municípios de Maracás e Morro do Chapéu foi objeto de indicações do deputado estadual Bira Corôa (PT) ao governador Jaques Wagner. Nos documentos encaminhados ao governador, com fundamento no art.139 do Regimento Interno do Legislativo baiano, o parlamentar justifica a intervenção do Estado "para garantir o acesso deste precioso bem a toda a sua população" porque os municípios não possuem o suporte financeiro para implantar seus próprios sistemas de abastecimento de água.
Bira Corôa pede que a Cerb (Companhia de Engenharia Ambiental e Recursos Hídricos da Bahia) construa sistemas simplificados de abastecimento de água nos povoados de Oinheiro, Malhada de Areia, Ouricuri e Lagoa do Cazuza, pertencentes a Morro do Chapéu. "Apesar do potencial para o ecoturismo, a economia da região é fortemente baseada na agropecuária de subsistência", diz o petista.
Já para o município de Maracás, o deputado elenca várias comunidades onde a chegada do abastecimento beneficiaria cerca de 230 famílias que ainda não têm acesso ao recurso: Pé do Morro, Cerca de Pedras e Petrolina, Novais, Ponto, Bolívia, Seridó, Avenida e Gavião. "Em Maracás, a população que vive na zona rural corresponde a 35%. Levar água a essa região é levar cidadania. É isso que o Governo do Estado está ampliando com programas como Água para Todos e Luz para Todos", afirmou o deputado.
SANTO ANTÔNIO DE JESUS
O parlamentar também congratulou-se com a passagem do 131º aniversário de emancipação política do município de Santo Antônio de Jesus, comemorado no dia 29 de maio. "É com grande alegria que o povo baiano, através de sua Casa Legislativa, saúda o município de Santo Antônio de Jesus pela passagem de seu aniversário de emancipação política’’, observou Bira Coroa em moção de congratulações.
"Apelidada de Cidade das Palmeiras, pela presença de palmeiras seculares, Santo Antônio de Jesus é uma das cidades mais importantes da Bahia, sendo também conhecida como a capital do Recôncavo. Famosa por sua feira livre, possui um comércio aquecido, com preços baixos e grande variedade de produtos, que atraem pessoas de toda a região’’, acrescentou Bira Corôa.
De acordo com Bira Corôa, a formação do município deu-se a partir das primeiras expedições na área do Rio Jaguaripe, realizadas nos séculos XVI e XVII. Inicialmente, acrescentou ele, seu território era habitado por índios que viviam da caça, pesca e pequenos roçados. "Terras férteis, presença de madeiras de lei e grande número de cursos d’água atraíram para lá a lavoura da cana-de-açúcar e o estabelecimento de engenhos, além da plantação da mandioca."
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