A deputada Ângela Sousa (PSC) homenageou o município de Condeúba pelo transcurso dos seus 150 anos de emancipação política e administrativa, comemorados neste sábado, dia 14 de maio, através de moção de congratulação apresentada na Assembleia Legislativa. "Quem conhece a história da cidade sabe que o fator mais importante deste lugar é o seu povo. Pouco mais de 17 mil habitantes, hospitaleiros, trabalhadores e honestos", afirma.
Ângela destaca a força e luta dos condeubenses, que reconstruíram o município quando ele foi parcialmente destruído pelas cheias do Rio Gavião, que transbordou no dia 3 de março de 1968. Toda essa garra exibida pelos filhos da terra pode ser justificada pela herança indígena, uma marca incontestável do município do Sudoeste baiano. Esta importante característica está, também, no seu nome, que significa "fruto de árvore retorcida", nas histórias contadas sobre as batalhas e nos traços fisionômicos bem demarcados dos seus habitantes. Em 1745, o desbravador João Gonçalves da Costa e os habitantes da Fazenda Serra Talhada mandaram construir no pequeno povoado uma capela, denominada Santo Antônio da Barra do Sítio de Condeúba, à margem direita do Rio Gavião. Com o passar do tempo, esta vila cresceu e o seu topônimo foi alterado para Condeúba, sendo emancipado em 14 de maio de 1861.
De acordo com a parlamentar, a economia local é baseada na agricultura, com as culturas de milho, feijão, arroz, hortaliças, mamona. Já na pecuária, destaca-se a criação de bovinos, caprinos, ovinos e suínos. Existe ainda um enorme potencial ecoturístico a ser explorado, com suas cachoeiras e região montanhosa. "Com todos os atrativos que possui, a cidade se torna inesquecível para quem a visita e a conhece. Parabéns Condeúba", finaliza.
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