O município de Nordestina, localizado na região do semiárido baiano, foi lembrado na Assembleia Legislativa pelo deputado Vando (PSC), que dedicou moção de congratulações pela passagem do vigésimo sexto aniversário de emancipação política e administrativa, ocorrida em 9 de maio.
Segundo relatos históricos, no ano de 1937, dois desbravadores construíram suas casas na área de uma fazenda, denominada Cajueiro, para se aventurar na produção de fibra do caruá e da casca de angico. Essa fazenda localizava-se nas terras do município de Cansanção, que estava sob tensão em virtude da visita de Lampião. Entretanto, mesmo com o pavor da visita dos cangaceiros e as dificuldades ocasionadas pela seca, os colonizadores instalaram-se na localidade com o objetivo de lutar pelo desenvolvimento da região. A construção de um armazém e casas comerciais, para melhorar a comercialização dos produtos produzidos, contribuiu para a formação do povoado de Bloco. Esse foi elevado a vila e denominado Cajueiro.
Vando relembra que, a partir da década de 80, devido ao processo migratório, o povoado de Nordestina, ainda pertencente ao município de Cansanção, teve a sua população significativamente aumentada. Isso fez com que políticos locais manifestassem interesse na independência de Nordestina, o que aconteceu em 1985, pela chancela da Lei Estadual n° 4.449/85. Na atualidade, a agricultura, com ênfase na produção do sisal, é o destaque do município no cenário econômico estadual. Já a pecuária, que se desenvolve em média quantidade, tem importância na economia local. "Mais outros tantos 26 anos de desenvolvimento para Nordestina e seu povo é o que desejamos nesta data solene", destacou o parlamentar.
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