Quarta-feira , 21 de Outubro de 2020

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Morte de Celso Dourado consterna Fabíola Mansur

Publicado em: 23/09/2020 19:37
Setor responsável: Notícia

Com sentimento “de profunda dor,” a deputada Fabíola Mansur (PSB) lamentou o falecimento, nesta quarta-feira (23), de Celso Loula Dourado. “Perdi, hoje, um amigo, um colega de profissão e prefeito da minha querida cidade de João Dourado”, declarou Mansur em moção de profundo pesar que apresentou na Assembleia Legislativa da Bahia, onde qualificou Celso Dourado como “um homem bom e trabalhador. Médico humanitário, amoroso e dedicado. Salvar vidas e tratar da saúde das pessoas eram seus princípios fundamentais, sem pensar em ganhos materiais com a bela profissão que abraçou”.  

 

Em tom emocionado, a socialista declinou: “Para nós, que tivemos o privilégio da sua convivência, a notícia da sua morte, aos 72 anos de idade, é muito dolorida. Estivemos juntos há uma semana, nunca pensei que seria nosso último encontro”. Para Fabíola, a lembrança de Celso Dourado “será muito forte, vai ser sempre recordado como alguém que deixou um exemplo a ser seguido por todos que quiserem construir uma história na Medicina e na vida pública”.

 

O médico e político nasceu em Irecê em 10 de abril de 1948, era descendente de João Dourado, importante líder político na região, “patriarca da grande família Dourado e fundador da cidade que hoje leva seu nome”. Ao recordar-se de Celso Dourado, Fabíola Mansur o descreveu como um “político honrado e decente”, que tinha “compromisso com o social. Deixa uma história de vida que será sempre lembrada pelo povo de João Dourado e por todos seus amigos e admiradores”.

 

“João Dourado e meu coração estão de luto. Muita tristeza”, afirmou a socialista, que se uniu à família do prefeito morto, ao povo do município de João Dourado e região, e ao PSB local “neste momento de imensa dor pela partida do meu colega, amigo e prefeito da cidade”. 

 

Fabíola Mansur emprestou seu abraço afetuoso e solidário à  esposa de Celso Dourado, Rita, vereadora do município, aos filhos, netos e  demais familiares e amigos. Com emoção, concluiu a moção de pesar garantindo que “seu legado é do tamanho da saudade que você deixa. Vá em paz, meu doutor. Que Deus o acolha na eternidade”.




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