Terça-feira , 16 de Julho de 2019

MÍDIA CENTER

Talita Oliveira garante à gestante a opção pelo parto cesariano

Publicado em: 11/06/2019 19:23
Setor responsável: Notícia

Divulgação/AgênciaALBA
Visando assegurar a autonomia individual para conferir à mulher grávida o direito de, com orientada médica, escolher a via de parto de sua preferência, é que a deputada Talita Oliveira (PSL) apresentou na Assembleia Legislativa (ALBA) o Projeto de Lei 23.359/2019, que garante à gestante a possibilidade de optar pelo parto cesariano, a partir da trigésima nona semana de gestação, bem como a analgesia (ausência de dor), mesmo quando escolhido o parto normal.

No documento, a legisladora ressalta que “na eventualidade da opção da parturiente pela cesariana não ser observada, ficará o médico obrigado a registrar as razões em prontuário”. O PL estabelece ainda que nas maternidades, nos hospitais/maternidades e instituições afins, será afixada placa com os seguintes dizeres: “Constitui direito da parturiente escolher cesariana, a partir da trigésima nona semana de gestação”. 


Talita fala que muitas mulheres, na rede pública de saúde, “mesmo clamando pela realização da cesárea”, são obrigadas a sofrer por longas horas para parir por parto normal. A parlamentar observa que muitos são os casos em que, graças à submissão ao parto normal, “o concepto vem a sofrer anóxia (falta de oxigênio), ficando sequelado para o resto da vida, em virtude da popularmente chamada paralisia cerebral”. 


A deputada cita dados do Ministério da Saúde, em 2017, sobre a mortalidade de fetos na Bahia, decorrente do parto normal, que alcançou o número de 2.143 óbitos. Ela lembra que a história da cesárea se desenvolve paralelamente à diminuição da mortalidade materna e da mortalidade infantil. 


“É importante reiterar que não se está advogando impor cesárea a quem quer que seja, mas se a mulher não quer fazer o parto normal, imperioso que tenha seu direito de escolha atendido, até em razão dos riscos que circundam o parto normal”, encerrou Talita, que tem a certeza da sensibilidade dos pares pela aprovação deste projeto de lei, “de suma importância para a saúde da mulher e da criança no Estado da Bahia”.




Compartilhar: