Quinta-feira , 21 de Fevereiro de 2019

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Tragédias no Brasil provocam consternação na Assembleia

Publicado em: 12/02/2019 00:58
Setor responsável: Plenário

NeusaMenezes/AgênciaALBA
A sessão da Assembleia Legislativa da Bahia desta segunda-feira (11) denotou o pesar do momento, com a morte prematura dos dez atletas do Flamengo no Rio de Janeiro e do jornalista e radialista Ricardo Boechat, após a queda de um helicóptero em São Paulo. Além de pronunciamentos de solidariedade e tristeza, os parlamentares fizeram um minuto de silêncio, no plenário, em homenagem às vítimas.

Coube à deputada Olívia Santana (PC do B), em comunicação inadiável, informar os colegas sobre o acidente com o jornalista. “Queria comunicar e lamentar o falecimento do jornalista Ricardo Boechat, que deixou a todos nós perplexos e perplexas. O Brasil vive um momento extremamente sombrio, em uma sucessão de tragédias, sem intervalo”, disse a comunista, listando o incêndio no Centro de Treinamento do Flamengo e ainda o rompimento da barragem em Brumadinho, em Minas Gerais.

O líder da minoria, deputado Targino Machado (DEM), foi quem solicitou ao plenário um minuto de silêncio, um tributo ao jornalista e aos jogadores. Sobre Ricardo Boechat, o democrata declarou a sua admiração pelo profissional competente, destacando suas “envergadura pessoal e estatura moral”. Ao citar o incêndio no alojamento do Flamengo, o democrata qualificou a ocorrência como “um sinistro absolutamente previsível, que ceifou tantos sonhos em um só momento”.

Citando uma passagem bíblica, o deputado José de Arimateia (PRB) desejou resignação e força à família enlutada do jornalista. “Há tempo de nascer, e tempo de morrer. Lamentamos imensamente a perda desse jornalista, independentemente que era Ricardo Boechat”, disse o deputado. Também consternados com os dois eventos, somaram-se às manifestações os deputados Zé Raimundo (PT) e Samuel Júnior (PDT). A morte de Boechat motivou também três moções de pesar: uma do presidente da Casa, deputado Nelson Leal (PP), e outras duas dos deputados Euclides Fernandes (PDT) e Pastor Isidório Filho (Avante). 


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